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segunda-feira, janeiro 15, 2007

As mulheres de Schopenhauer

A mulher tem miopia intelectual, seu horizonte é muito pequeno. Só o aspecto da mulher revela que não está destinada aos grandes trabalhos intelectuais, nem aos grandes trabalhos materiais. Tem que obedecer ao homem, ser uma companheira paciente que o tranqüilize.

O que faz as mulheres particularmente aptas para cuidar de nós e nos educar na primeira infância, é que elas mesmas continuam sendo infantis, fúteis e limitadas de inteligência. Permanecem por toda vida crianças grandes.

Não vêem além do que está diante dos olhos, fixam-se apenas no presente, tomam as aparências por realidade e preferem as frivolidades às coisas mais importantes. O que distingue o homem do animal é a razão. Preso ao presente, é capaz de voltar ao passado e sonhar com o futuro; daí sua prudência, seus cuidados, suas freqüentes apreensões. A débil razão da mulher não participa dessas vantagens nem desses incovenientes.

No fundo de seu coração, as mulheres acreditam que os homens vieram ao mundo para ganhar dinheiro, e as mulheres para gastá-lo.

O leão tem dentes e garras, o elefante e o javali têm presas de defesa, o touro tem chifres, o polvo tem sua tinta para turvar a água ao seu redor; a natureza não deu à mulher mais que a dissimulação para defender-se e proteger-se. Esta faculdade supre a força que o homem toma do vigor de seus músculos e de sua razão. Deste defeito fundamental e de suas conseqüências nascem a falsidade, a infidelidade, a traição, a ingratidão, etc. As mulheres perjuram diante dos tribunais com muito mais freqüência que os homens, e é questionável se se deve admitir que prestem juramentos.



[Trecho do livro: “O amor, as mulheres e a morte” de Arthur Schopenhauer]


Interessante, não?
Schopenhauer, quem diria! Um grande(?) pensador!

sábado, janeiro 13, 2007

Rascunhos

São rascunhos, nada mais
Minha vida inteira
Um tosco rascunho
De alguém que nunca vou ser.
Uma linda paisagem imagino pra mim
Mal desenhada, sem terminar – como tudo
Que vai ficando para amanhã,
Para depois e no fim
Sou eterno rascunho de mim mesmo.