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Segunda-feira, Março 28, 2011

A overdose dos games

     Esse é o título da matéria publicada na Folha de S. Paulo de domingo, na Ilustríssima, assinada por Diógenes Muniz. Inicia-se com um jogo instalado no banheiro do metrô de Tóquio e chama-se "toylet". Você mija e faz pontos. O objetivo deve ser fazer o sujeito não mijar fora do local estipulado.
     O livro lançado recentemente sobre o assunto: "Reality is Broken", de Jane McGonigal é, segundo o articulista, um manifesto tecnoutópico. Realmente, mais adiante, ele nos mostra uma forçação de barra na argumentação da autora. Segundo ela e alguns defensores da ideia, estamos passando por uma revolução que estão chamando por aqui de "gamificação". "A humanidade está saindo da vida para entrar no jogo", diz McGonigal em seu livro.
      Pela terceira vez nesta semana escuto falar no jogo "Angry Birds", como a nova sensação do Ipad. Será que aquela fila para comprar o aparelho era de viciados em jogos? Nessa história de games, os dados são realmente surpreendentes: há um filme chamado "Scott Pilgrim contra o mundo" que é um jogo. No final do filme, o rival explode numa chuva de moedas de ouro, como nos jogos do Mário Bros.  Além disso, nenhum filme, livro ou CD superou a marca de 1bilhão de reais em cinco dias do game "Call of Duty: black ops". Segundo a matéria, a maior bilheteria da história do cinema na mesma época do lançamento do jogo, "Crepúsculo", arrecadou, nos primeiros 3 dias, apenas 232 milhões de reais.
     Outra coisa interessante foi a citação de uma "filósofa digital" (Amber Case, 24), também denominada "antropóloga ciborgue". Leia a entrevista clidando aqui
     Guardarei esse nome, William Kist, especialista em educação na universidade de Kent State, Ohio. Escreveu algo sobre "a sala de aula conectada socialmente: lecionando na era das novas mídias".

A reportagem completa você lê clicando aqui.

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