Interessante o artigo de Mirian Goldenberg sobre quem foi Leila Diniz (http://hemeroteca-fauth.blogspot.com/2011/06/os-asteriscos-de-leila-diniz.html).
Mais adiante, li que Rogério Tolomei Teixeira aposentou-se do Banco do Brasil e matou seu personagem, Rogério Skylab, com o lançamento do seu último CD (o décimo). Disse ele: não prefiro a escatologia, nem o terror, nem a piada, como muitos pensam. Prefiro a morte. Eu sempre fui um cadáver dentro da MPB. Eu, particularmente, prefiro que ele continue um cadáver (reconhecido por poucos) do que um Luan Santana da vida.
Suzana Herculano-Houzel, em seu artigo Exaustão Cerebral afirma o que eu já havia lido faz um bom tempo: uma ou duas horas de atividade cerebral intensa (uma visita a museu, por exemplo) cansam os neurônios. Fiquei pensando como devem ficar meus neurônios em quatro horas de correção de redação.
A Apple está investindo no conceito de nuvem. Meus recortes que ficavam engavetados, por exemplo, estão hoje nas nuvens, isto é, posso acessá-los de qualquer lugar do mundo. Lembro-me da época em que usávamos o programa de e-mail da Microsoft de muito sucesso: Outlook Express. Baixávamos as mensagens em nosso PC e depois só poderíamos rever em casa. Em que computador estão as minhas mensagens? Já não existe mais isso. Não há um único computador, mas uma série deles, interligados, transmitindo as informações e fazendo backup o tempo inteiro para segurança de todos. E onde, então, especificamente, estão guardadas as mensagens? Nas nuvens, meu caro. Nas nuvens! Esse é o mais novo conceito e que está sendo aproveitado por Steve Jobs, da Apple. Acho que agora ele conseguirá superar o Bill Gates, ao unir o tal Ipad e o conceito de nuvem. As informações da sua vida andarão com você para onde você for: seus amigos do facebook, seus discos em MP3, seus livros em PDF e nada mais... Só falta a casa no campo, mas nada que um aplicativo da Apple não resolva.
Sairá, em breve, um auto de João Cabral de Melo Neto inédito. "A casa de farinha". O tema parece interessante: o estranhamento das pessoas da casa de farinha porque o dono do local de repente deixa de cobrar aluguel.
Por fim, na revista VEJA desta semana, Isabela Boscov comenta o filme "Blue Valentine", mal traduzido para o português como "Namorados para sempre". Veja o comentário aqui: http://veja.abril.com.br/blog/isabela-boscov/cinema/namorados-para-sempre-blue-valentine/
Domingo, Junho 12, 2011
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